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Distúrbios Hipertensivos na Gestação: Parte II

Distúrbios Hipertensivos na Gestação: Parte II

14 minutos Exames complementares e diagnósticos diferenciais O diagnóstico da pré-eclâmpsia deve ser feito o mais precocemente possível. Desde o pré-natal, os profissionais de saúde devem levantar um histórico de saúde abrangente e, por meio da anamnese e exame físico, avaliar quais os fatores de risco a gestante apresenta. Para se afirmar que uma grávida possui hipertensão arterial, deve-se aferir a PA após certo tempo de repouso, com a paciente sentada, utilizando manguito de tamanho adequado, mantendo o braço à altura do coração. Sendo Continue lendo

Distúrbios Hipertensivos na Gestação: Parte I

Distúrbios Hipertensivos na Gestação: Parte I

18 minutos Nesse post vamos abordar um tema extremamente importante para a assistência de enfermagem obstétrica. A hipertensão é a situação clínica mais comumente encontrada na gravidez, complicando cerca de 5% das gestações, configurando-se uma causa significativa de morbimortalidade materna e fetal/neonatal. Algumas mulheres antes normotensas podem desenvolver hipertensão na gravidez ou aquelas que são hipertensas podem ter sua situação agravada. Anteriormente, os distúrbios hipertensivos ocorridos na gestação possuíam uma nomenclatura genérica (hipertensão induzida pela gravidez – HIG – ou doença hipertensiva específica da Continue lendo

O Uso da Papoterapia na Endoscopia Digestiva nos Pacientes em Pré-Cirurgia Bariátrica

O Uso da Papoterapia na Endoscopia Digestiva nos Pacientes em Pré-Cirurgia Bariátrica

8 minutos *Relato da enfermeira de um serviço do Rio de Janeiro A cirurgia bariátrica – também conhecida como cirurgia da obesidade, ou, popularmente, redução de estômago – reúne técnicas com respaldo científico destinadas ao tratamento da obesidade e das doenças associadas ao excesso de gordura corporal ou agravadas por ele. O conceito metabólico foi incorporado há cerca de seis anos pela importância que a cirurgia adquiriu no tratamento de doenças causadas, agravadas ou cujo tratamento e controle é dificultado pelo excesso de peso Continue lendo

Os Cuidados de Enfermagem em Especial ao Diabetes Infantil

Os Cuidados de Enfermagem em Especial ao Diabetes Infantil

7 minutos O Diabetes Mellitus (DM) é caracterizado pela elevação da glicose no sangue. Os tipos mais comuns são: DM tipo 1 (DM1) e DM tipo 2 (DM2). O DM1 é mais comum em crianças e adolescentes, sendo considerada como diabetes infantil. O DM2 ocorre mais frequentemente em adultos, porém a DM2 tem crescido de forma preocupante entre crianças e adolescentes. O DM1 é uma doença crônica e autoimune na qual ocorre o processo de destruição das células beta pancreáticas (produtoras da insulina), levando Continue lendo

Prostatite – Vamos Conhecer um Pouco Mais?

Prostatite – Vamos Conhecer um Pouco Mais?

5 minutos A prostatite é uma inflamação da próstata que frequentemente está associada a sintomas do trato urinário inferior, desconforto sexual e disfunção sexual. Trata-se do diagnóstico urológico mais comum em homens com menos de 50 anos de idade e o terceiro mais comum em homens acima dos 50 anos, afetando de 5 a 10% dos homens. A prostatite pode ser causada por agentes infecciosos como: fungos, bactérias e micoplasma; ou outras condições como: hiperplasia prostática benigna e estenose uretral. Na etiologia infecciosa, os Continue lendo

Os Cuidados de Enfermagem no Paciente com Prurido

Os Cuidados de Enfermagem no Paciente com Prurido

4 minutos Hoje falaremos sobre um dos sintomas mais comuns em pacientes com distúrbios dermatológicos: o prurido, mais conhecido como “coceira”. Os receptores do prurido são terminações nervosas encontradas na pele, mucosas e na córnea e, embora seja habitualmente causado por doença cutânea primária, pode também ocorrer com ou sem exantema ou lesão. Geralmente, tem um início rápido, pode ser grave e interfere nas atividades diárias normais. O prurido pode ser a primeira indicação de uma doença interna sistêmica como diabetes melito, distúrbios renais, Continue lendo

Telenfermagem / Telecuidado – A Enfermagem Também Pode! Por Que Não?

Telenfermagem / Telecuidado – A Enfermagem Também Pode! Por Que Não?

5 minutos A telenfermagem é a utilização dos recursos tecnológicos e dos sistemas de comunicação em prol do desenvolvimento da enfermagem. Vários países utilizam a telenfermagem na gestão de cuidados de saúde com resultados positivos. Na enfermagem brasileira, este é um campo a ser explorado, já sendo utilizada por muitos serviços públicos e privados. O uso da telenfermagem para prestar cuidado de enfermagem consiste em qualquer assistência de enfermagem à distância, mediada em parte ou completamente, por meios eletrônicos, seguindo os princípios criados pela Continue lendo

Assistência de Enfermagem na Gastrite

Assistência de Enfermagem na Gastrite

5 minutos É uma inflamação da mucosa gástrica e um distúrbio gastrintestinal. A gastrite pode ser aguda e ter duração de várias horas ou dias ou pode ser crônica, devido a recorrência a agentes irritativos ou episódios recorrentes de gastrite aguda. A gastrite aguda por muitas vezes é causada por descuido alimentar, ingerindo alimentos irritativos, condimentados ou contaminados por microrganismos que podem causar a doença. Outras causas incluem excesso de ácido acetilsalicílico e agente anti-inflamatórios não esteroides, refluxo biliar e consumo excessivo de álcool. Continue lendo

Assistência de Enfermagem ao Paciente com Angina de Peito

Assistência de Enfermagem ao Paciente com Angina de Peito

6 minutos A angina de peito é um conjunto de sintomas decorrentes da insuficiência do fornecimento de sangue ao coração. O sangue entra através das artérias coronárias, se as artérias se estreitarem e impedirem que o sangue consiga chegar rapidamente ao músculo cardíaco, o indivíduo evolui com dor torácica ou precordial (precordialgia), também conhecido como angina de peito ou angina pectoris. Existem alguns tipos de angina: – Angina estável: dor previsível e consistente que ocorre ao esforço, mas que é aliviada pelo repouso e/ou Continue lendo

Orientações de Enfermagem ao Paciente com Paralisia de Bell

Orientações de Enfermagem ao Paciente com Paralisia de Bell

5 minutos A Paralisia de Bell, também conhecida como paralisia facial periférica idiopática, ocorre devido à inflamação unilateral do VII nervo craniano, causando fraqueza ou paralisia dos músculos faciais do lado afetado. A causa ainda é desconhecida (por isso considerada idiopática), mas as possíveis etiologias podem estar relacionadas à isquemia vascular, doenças virais como herpes simples e herpes-zóster e doenças autoimunes. A maior parte dos pacientes se recupera totalmente e a paralisia raramente reaparece. Por ano estima-se que a incidência seja de 20 a Continue lendo