Erica Cristina

Graduanda em Enfermagem pela Faculdade Anhanguera. Instrutora da National Safety Council (NSC) em Primeiros Socorros, habilitada pela American Heart Association (AHA) em BLS.

Os Cuidados de Enfermagem em Especial ao Diabetes Infantil

Os Cuidados de Enfermagem em Especial ao Diabetes Infantil

7 minutos O Diabetes Mellitus (DM) é caracterizado pela elevação da glicose no sangue. Os tipos mais comuns são: DM tipo 1 (DM1) e DM tipo 2 (DM2). O DM1 é mais comum em crianças e adolescentes, sendo considerada como diabetes infantil. O DM2 ocorre mais frequentemente em adultos, porém a DM2 tem crescido de forma preocupante entre crianças e adolescentes. O DM1 é uma doença crônica e autoimune na qual ocorre o processo de destruição das células beta pancreáticas (produtoras da insulina), levando Continue lendo

Prostatite – Vamos Conhecer um Pouco Mais?

Prostatite – Vamos Conhecer um Pouco Mais?

5 minutos A prostatite é uma inflamação da próstata que frequentemente está associada a sintomas do trato urinário inferior, desconforto sexual e disfunção sexual. Trata-se do diagnóstico urológico mais comum em homens com menos de 50 anos de idade e o terceiro mais comum em homens acima dos 50 anos, afetando de 5 a 10% dos homens. A prostatite pode ser causada por agentes infecciosos como: fungos, bactérias e micoplasma; ou outras condições como: hiperplasia prostática benigna e estenose uretral. Na etiologia infecciosa, os Continue lendo

Os Cuidados de Enfermagem no Paciente com Prurido

Os Cuidados de Enfermagem no Paciente com Prurido

4 minutos Hoje falaremos sobre um dos sintomas mais comuns em pacientes com distúrbios dermatológicos: o prurido, mais conhecido como “coceira”. Os receptores do prurido são terminações nervosas encontradas na pele, mucosas e na córnea e, embora seja habitualmente causado por doença cutânea primária, pode também ocorrer com ou sem exantema ou lesão. Geralmente, tem um início rápido, pode ser grave e interfere nas atividades diárias normais. O prurido pode ser a primeira indicação de uma doença interna sistêmica como diabetes melito, distúrbios renais, Continue lendo

Assistência de Enfermagem na Gastrite

Assistência de Enfermagem na Gastrite

5 minutos É uma inflamação da mucosa gástrica e um distúrbio gastrintestinal. A gastrite pode ser aguda e ter duração de várias horas ou dias ou pode ser crônica, devido a recorrência a agentes irritativos ou episódios recorrentes de gastrite aguda. A gastrite aguda por muitas vezes é causada por descuido alimentar, ingerindo alimentos irritativos, condimentados ou contaminados por microrganismos que podem causar a doença. Outras causas incluem excesso de ácido acetilsalicílico e agente anti-inflamatórios não esteroides, refluxo biliar e consumo excessivo de álcool. Continue lendo

Assistência de Enfermagem ao Paciente com Angina de Peito

Assistência de Enfermagem ao Paciente com Angina de Peito

6 minutos A angina de peito é um conjunto de sintomas decorrentes da insuficiência do fornecimento de sangue ao coração. O sangue entra através das artérias coronárias, se as artérias se estreitarem e impedirem que o sangue consiga chegar rapidamente ao músculo cardíaco, o indivíduo evolui com dor torácica ou precordial (precordialgia), também conhecido como angina de peito ou angina pectoris. Existem alguns tipos de angina: – Angina estável: dor previsível e consistente que ocorre ao esforço, mas que é aliviada pelo repouso e/ou Continue lendo

Orientações de Enfermagem ao Paciente com Paralisia de Bell

Orientações de Enfermagem ao Paciente com Paralisia de Bell

5 minutos A Paralisia de Bell, também conhecida como paralisia facial periférica idiopática, ocorre devido à inflamação unilateral do VII nervo craniano, causando fraqueza ou paralisia dos músculos faciais do lado afetado. A causa ainda é desconhecida (por isso considerada idiopática), mas as possíveis etiologias podem estar relacionadas à isquemia vascular, doenças virais como herpes simples e herpes-zóster e doenças autoimunes. A maior parte dos pacientes se recupera totalmente e a paralisia raramente reaparece. Por ano estima-se que a incidência seja de 20 a Continue lendo

Orientações de Enfermagem ao Paciente com Lúpus Eritematoso Sistêmico

Orientações de Enfermagem ao Paciente com Lúpus Eritematoso Sistêmico

6 minutos O que é Lúpus Eritematoso Sistêmico (LES)? É uma doença inflamatória crônica e multissistêmica que acomete quase todos os órgãos do corpo. O LES é resultado de um distúrbio da regulação imune que leva ao excesso de produção de autoanticorpos. Fisiopatologia É um distúrbio produzido por alguma combinação de fatores genéticos, fatores hormonais e fatores ambientais. Alguns medicamentos como procainamida (Pronestyl), hidralazina (Apresoline), clorpromazina (Thorazine), isoniazida (INH) e medicamentos anticonvulsivantes foram implicados no LES induzido por fármacos ou substâncias químicas. As células Continue lendo

Assistência de Enfermagem ao Paciente com Esclerose Lateral Amiotrófica (ELA)

Assistência de Enfermagem ao Paciente com Esclerose Lateral Amiotrófica (ELA)

6 minutos A esclerose lateral amiotrófica (ELA) é uma patologia de etiologia ainda desconhecida, sendo caracterizada por perda de neurônios motores que são as células que controlam os músculos nos cornos anteriores da medula espinhal e nos músculos motores da parte anterior do tronco encefálico. ELA é uma doença considerada multissistêmica visto que o sistema motor é tipicamente o primeiro e o mais afetado drasticamente. A sua incidência por ano é de 1,5 a 2,5 por 100.000 habitantes. Os homens são levemente mais afetados Continue lendo

Choque Neurogênico e a Atuação da Enfermagem

Choque Neurogênico e a Atuação da Enfermagem

3 minutos O choque neurogênico é um tipo de choque distributivo ou vasogênico, no qual há perda do tônus simpático que causa a hipovolemia relativa, isto é, a perda do equilíbrio entre as estimulações parassimpática e simpática. A estimulação simpática faz o músculo liso vascular se contrair e a estimulação parassimpática faz o músculo liso vascular relaxar ou dilatar. A estimulação parassimpática predominante provoca a vasodilatação, que dura por períodos longos, levando ao estado hipovolêmico relativo. Por sua vez, o volume sanguíneo é adequado, Continue lendo

Assistência de Enfermagem a Pacientes com Hemofilia

Assistência de Enfermagem a Pacientes com Hemofilia

6 minutos As hemofilias são doenças hemorrágicas podem decorrer de fatores adquiridos ou hereditários. As formas adquiridas são mais raras, podendo resultar do desenvolvimento de aloanticorpos, agregados a doenças autoimunes. Quando hereditária, trata-se de uma doença ligada ao cromossomo X, caracterizada pela deficiência da atividade coagulante do fator VIII (hemofilia A) ou fator IX (hemofilia B), as quais são indistinguíveis clinicamente, porém diferenciadas por exames laboratoriais. A hemofilia A é mais comum que a hemofilia B (também conhecida como doença de Christmas) e representa Continue lendo