Caíque Jordan

Enfermeiro, licenciado em Enfermagem e mestrando em Ciências da Saúde pela Universidade Federal de Sergipe.
Especialista em Saúde da Família pela Universidade de Brasília.
Enfermeiro do Instituto Federal de Sergipe.
Professor de pós-graduações e cursos preparatórios para concursos.
Apaixonado por tecnologia da informação e comunicação na educação de enfermagem e defensor da prática de enfermagem humanizada e baseada nas melhores evidências científicas.

Esquistossomose: Precisamos nos preocupar?

Esquistossomose: Precisamos nos preocupar?

10 minutos O enfermeiro tem um papel fundamental na assistência à saúde desde a promoção da saúde à prevenção de agravos e reabilitação. Especialmente na Atenção Básica, o enfermeiro possui uma posição privilegiada para educação em saúde individual ou coletiva. Dessa forma, conhecer as nuances de doenças que possuem forte relação com determinantes sociais da saúde é fundamental. No post de hoje falaremos sobre a esquistossomose. Esquistossomoses, esquistossomíases, também conhecidas popularmente de xistosa, xistossomose, bilharziose, moléstia de Pirajá da Silva, doença dos caramujos ou Continue lendo

Mielorradiculopatia Esquistossomótica: Você Já Ouviu Falar?

Mielorradiculopatia Esquistossomótica: Você Já Ouviu Falar?

11 minutos Nesse post aprofundaremos nosso conhecimento sobre a esquistossomose, pois abordaremos uma de suas raras complicações: a neuroesquistossomose, mais especificamente a mielorradiculopatia esquistossomótica (MRE). É considerada uma forma rara de apresentação da esquistossomose, de modo que o comprometimento do sistema nervoso central (SNC) pode ocorrer durante o parasitismo por quaisquer das três espécies de Schistosoma encontradas no homem. Manifesta-se, principalmente, como quadro encefálico, meníngeo, mielítico (cone e epicone medular na maioria das vezes), pseudotumoral granulomatoso e mielomeningorradiculítico. Estudos demonstram que o acometimento do Continue lendo

Avaliação da dor em pacientes críticos: é possível?

Avaliação da dor em pacientes críticos: é possível?

6 minutos Durante a nossa formação aprendemos que a dor é o quinto sinal vital e que deve ser mensurada junto ao pulso, frequência respiratória, temperatura e pressão arterial. Mas quantos de nós tivemos a oportunidade de conhecer como avaliar a dor em pacientes criticamente enfermos? Isso mesmo! Pacientes internados em unidades de terapia intensiva (UTI) não estão livres de viver experiências dolorosas. Entretanto, devido à gravidade de seus quadros clínicos, muitos profissionais acabam relegando a dor para segundo plano. O enfermeiro e sua Continue lendo